domingo, 12 de junho de 2011

Evacuate!


I have all my failings inside my mind.
And all I touch just seems to die...
Oh Lord, I breath to be alive,
To raise my hands in a morning glory,
When all I try is to erase my history
And write it all again this time.

But in the end, I guess you know
My plans runs always out of control
And makes a fail born here again
To let me here, without a chance.
How can I hide myself this night?
And why do I breathe...

....If I even can't feel myself alive?


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

She says "Love" - I hear sound I see fury



Ouço seu som,
Sinto a sua fúria,
Vejo nos olhos a alma,
vejo na alma os seus medos
Que adormecidos como segredos
Estão prontos para acordar

Reabrindo tuas feridas
Deixadas por outras vidas
Que são movidas pelo mar.
Nas correntezas da escuridão,
Na estrada da desilusão,
Só o seu sangue corre frio

Meu amor,
O amor não é uma condição hostíl.


Absolute



O tempo nada mais é do que a concretização do divino, do absoluto.
É o coração do infinito, que bombeia o destino em suas veias.

Nos acolhe em sua casa, nos ensina a nadar por entre suas correntezas, nos alimenta com lembranças, e com amores.
E no final, o tempo leva nossas memórias, nossas forças, e nossos valores.

O tempo nada mais é do que o mais egoísta dos espíritos.

Nos tira tudo, nos ceifa a alma, nos joga no abismo da escuridão.
Se alimenta de nossas vidas e de nossos sonhos destruídos para manter a sua maior ambição:

A sua eternidade


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Semi Automatic


Procurar por algo que nem mesmo sabe o que é,
Ou ao menos sabe se existe, é uma tarefa árdua e exaustiva;
Que se torna quase impossível de realizar todas as vezes que a dúvida lhe abraça forte,
Colocando em questão o caminho em que anda,
E o caminho em que deveria andar.

Escolhi os piores caminhos.
Procurei por rastros divinos,
Até ter a confiança traída.

Deixei meu sangue envenenado
Que com o tempo, foi curado
Senti tristeza, paz, ódio, e alegria

No final das contas o sol dorme
E a noite sempre chega fria,
Os caminhos somem aos poucos
E a vida rouba nossas vidas

Olho para o amanhã como aquela canção sempre me dizia:

"Meu bom filho, apenas viva mais um dia..."


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Daily AntheM

Quantos são os dias que acordamos com perguntas sem respostas?
E quão dificil é encarar um caminho diário desconhecido?
Pelo o que passaremos?
Quantas vezes a escuridão cruzará as ruas pelas quais caminhamos, e nos abraçará forte?


Viu?
São perguntas sem respostas.

É o hino diário que todos cantamos juntos.
É o dia feito de horas, horas que acolhem minutos.
É a constante luta por realizações que possam dar um significado digno para a composição das horas como um todo.
É se reerguer da farsa dos sonhos noturnos, que nos trazem a sensação da perfeição, para então, encarar a água gelada em nossas faces, que nos faz perceber o quão fria pode ser a realidade, ou não.

Mas,
Se é tudo tão difícil e tão incerto, porque andamos?

Porque ninguém é capaz de saber como será o seu dia. Por que o atalho da sua estrada pode evitar que encontre a escuridão, pode acender a luz da sua alma.

Quantas vidas salvamos pelo simples fato de acordar?
Quantos sorrisos conquistamos?
Qual a diferença entre um dia escondido em seus sonhos, e um dia encarando sua vida?

Você ja parou para pensar o quão importante foi o fato de acordar hoje, e de reagir?
Já pensou em como deu forças para alguém, sem nem menos saber disso?

É algo a se pensar.

É um hino diário, uma fé meio abençoada.

Nós todos cantamos a mesma música, Nós cantamos juntos.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

I'm seeing a tunnel at the end of all these lights

Agumas vezes o sinal insiste em se romper.
As conexões são perdidas, a chuva vem mais forte do que nunca.

Enquanto alguns rezam para que a tempestade limpe tudo, outros agem como vítimas da natureza.

Diante ao caos, algumas pessoas perdem o rumo, outras encontram seus caminhos, outras permanecem paradas, e outras só andam na direção que o vento sopra.

Quem corre se cansa mais rápido, quem se cansa, caí facilmente.
Mas quem anda, observa tudo, supera tudo.

A maneira não é mudar quem você é, e nem interpretar um personagem. Por que no final do dia, todos somos os mesmos, nossos valores continuam, nossos medos, forças, e fraquezas também.
E nem é certo implorar para que a chuva passe, e sim, saber encara-la, pois ela vem qualquer hora, qualquer dia, leve ou forte.

Quando a primeira gota caí do céu declarando guerra ao seu rosto, o frio percorre as extremidades de seu corpo, e a única solução é andar, até que você sinta calor, no meio de tanta frieza.

Pois as vezes, as estradas que andamos não oferecem mais abrigo algum.
As vezes o abrigo só é procurado quando a chuva machuca demais.
As vezes a casa que nos protegia esta destruída demais, alguns muros de concreto não permanecem para sempre.
Em contra partida, existem muros que são atingidos várias e várias vezes, e continuam de pé, e essa é uma força divina.

Mas não importa o quão forte a chuva venha, ou quão profunda seja a escuridão do céu. O ato mais humano é oferecer abrigo, pra seja lá quem for, mesmo que você precise se molhar mais do que nunca, sem visar receber algo em troca. É estar sempre lá, sempre presente para aquela pessoa, de braços abertos.

Em meus poucos dezoito anos de existência, é a maior prova de amor que consigo demonstrar, seja suficiente ou não.

E é esse valor que realmente importa para mim.


"If all the sons and all the daughters stops to take it in,
Well hopefully the hate subsides and the love can begin.
It might starts now, or maybe I'm just dreaming out loud"





sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Faith


O senhor é a noite,
Que presenteia a escuridão
Com as estrelas
Que me guiam para casa

Nos meus passos
Que desviam e encontram a estrada
Pavimentada, por sonhos que crescem
Em um chão, tão gelado, no asfalto
Onde meus pés já cansados se cortam

Mas o sangue não me deixa abalado
Pois quando eu olho para o céu estrelado
Eu me lembro por onde andei
E aonde estou

Estou aqui, bem do seu lado
Onde o destino me colocou
E o tempo só tem me provado
que por algum motivo o meu caminho te encontrou

O senhor é a noite,
O senhor é quem leva a escuridão,
O senhor é o tempo, o seco, e o molhado
A lua cheia, ou o sol iluminado

Nossas vidas estão em suas mãos

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Preces

Se ao menos uma vez me disseste
o motivo dos teus gritos e de tuas preces
Eu olharia para o céu, e então
Lhe diria que a agônia caminha sempre na mesma linha
Que nossos medos, que a escuridão.

Mas é esse medo que nos traz o instinto
de engatinhar e levantar
E se cair, pedir abrigo
Ter um lugar pra se apoiar

Se ao menos uma vez eu pudesse
Tirar a dor que permanece
Como um prego em suas mãos
Eu mudaria sua vida
Cicatrizaria suas feridas
Expulsaria essa escuridão.

Fire

O seu amor é como o fogo,
Como a mais quente estação
Ele surge, sem ser chamado
Não domina, não é dominado
Apenas queima sem parar
Nao escolhe para onde olhar
Corrói o verde, e o dourado
Transforma em cinzas o derrotado
Que se rendeu a te amar.
O seu amor não é ninguém
Só um veneno, não faz bem
E essas chamas vem e vão
Destruindo aos poucos esse pobre coração

Worn like a mask of self-hate, confronts and then dies

O desespero se agarrou em mim
E agora tira tudo o que pode
E essa guerra interior só prova
Que essas vozes nao vao embora com os anos

Meus instintos me tornam desalmado
Meus principios que foram plantados
Agora sao arrancados pelas raízes
E jogados contra minha face

Traído pela água, queimado pelo fogo
Mas nada foi mais doloroso do que
a imagem que eu via nas sombras
Que atendia pelo meu próprio nome

E após tudo isso
eu nem sei dizer
Se prefiro a cura ou a doença
Se prefiro escolher se ainda quero viver.

É como usar uma máscara de ódio próprio, se confrontando e morrendo.
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