Ouço seu som,
Sinto a sua fúria,
Vejo nos olhos a alma,
vejo na alma os seus medos
Que adormecidos como segredos
Estão prontos para acordar
Reabrindo tuas feridas
Deixadas por outras vidas
Que são movidas pelo mar.
Nas correntezas da escuridão,
Na estrada da desilusão,
Só o seu sangue corre frio
Meu amor,
O amor não é uma condição hostíl.

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