Perdido no tempo
Em uma manhã chuvosa
Onde insistentes raios de sol
penetravam aos poucos as nuvens
Jogado em um navio
Onde o único som que se ouvia
era o da sua própria respiração.
Um lugar onde os únicos sentimentos conhecidos
E a cada vez que tentava lutar contra seus príncipios
Era golpeado por uma maré de azar.
O futuro aparentemente não estava ao seu favor
E o destino, lhe arrastava para uma tempestade tenebrosa
Onde o seu maior medo,
Era de si mesmo.

Por: Luís Gustavo Vieira
"Esse texto foi registrado em cartório, e esta protegido de qualquer tipo de copia ilegal"
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