Passa a se tornar indomável
E minha crença
Transforma-se em dúvida.
Os sonhos que construí
São agora,
Nada mais que pesadelos
Indestrutíveis.
E a escadaria que foi feita para o paraíso
Quebra-se em pedaços.
Sentindo-me como os anjos
Caindo dos céus
Tendo a terra como lar
Quando o inferno está
A sete palmos desse lugar.
Não queime minhas asas
Isso não me impedirá de voar
Novamente em sua direção.
Mas agora minha crença nada mais é
Que um vicio do qual me apeguei
Ajoelhando-se em seu nome
E esperando por salvação;
Sua resposta é o silêncio
Então por que eu rezo em vão?
Eu já disse
Não queime minhas asas
Mesmo que eu caia de cem metros até o chão
Em um travesseiro de concreto
Ou em uma droga de colchão
Ainda sim eu fugirei desse lugar
Pois viver aqui só prova
Que alguns humanos são anjos
Acredite em mim ou não.

Por: Luís Gustavo Vieira
"Esse texto foi registrado em cartório, e esta protegido de qualquer tipo de copia ilegal"
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